Assunto: Viajando com Alê

Viajar pra mim é mais que paixão, mais que necessidade… É essência, DNA, é alma.
Viajando para dentro e para fora de mim, me descubro mais e mais…E me encontro. Aqui, compartilharei com
vocês minhas viagens e experiências pelo mundo, dicas de como viajar melhor
gastando menos, looks para viagens, descobertas e aprendizados.

    Viajando com Alê

    Marrocos: mistérios e encantos!

    12 abril, 2017

    Um vasto silêncio reina sobre o deserto.

    Ao anoitecer tudo se define. A terra que nos rodeia se assemelha ao agreste. A areia é suave e morna depois de um dia exposta ao sol inclemente.

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    Adormeço no conforto da tenda sob o brilho das mil e uma estrelas que iluminam o céu. A viagem segue e os dias nunca são iguais… Mais de mil anos de história, sua arquitetura, arte e cultura são ímpares… A natureza é viva e em constante metamorfose. Cada momento vivido é singular… Estou no Marrocos!

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    Exótico, autêntico, misterioso, imponente, rústico, mágico e surpreendente! Assim eu defino o Marrocos, conhecida como “A Terra do Sol Poente”, o reino mágico de sensações e mistérios! 

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    O país está localizado no extremo noroeste da África, estando limitado a norte pelo Mediterrâneo e pelo estreito de Gibraltar, que faz fronteira marítima com a Espanha. A leste e a sul faz fronteira com a Argélia, a sul pela Mauritânia através do Saara Ocidental. Cheguei por Algeciras e peguei um ferry. Em 70 minutos atravessei da Espanha para a África e em alto mar foi possível contemplar um lindo pôr do sol entre os dois países.

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    O Marrocos surpreende pelas paisagens desérticas e pela diversidade de elementos naturais. Possui 1.100 quilômetros de litoral divididos entre as águas claras do oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo e da neve que pontua os cumes da Cordilheira Atlas no inverno. Sim, passei um baita frio e peguei -4o C!

    Do calor do deserto derivam histórias e personagens que ajudaram a criar a fama de um lugar mágico, reino dos sultões árabes conquistadores, das mil e uma noites… Existem também belos lugares cuja imaginação dos oásis provenientes de filmes são absolutamente verídicas. Filmes como Casablanca, A Múmia, Gladiador, O Príncipe da Pérsia, Babel, entre outros, formam uma lista de mais 100 filmes gravados/inspirados no país. Até Sex and the City II, que se passa Abu Dabi, foi gravado lá (Saara e em Marrakech).
    Está entre os países mais solicitados pelas produtoras internacionais. Visitamos o estúdio de cinema em Ouarzazate e é muito interessante.

    As principais cidades marroquinas, (as históricas imperiais que fundamentaram a colonização árabe islâmica, a partir do século 7 e se tornaram centros políticos de sua época), são essas quatro: Fez, Marrakech, Rabat e Meknés. Conheci Fez, passei por Meknés e Marrakech, além de Midelt, Saara de Merzouga e Ouarzazate.

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    Nas principais cidades é possível ver os traços que caracterizam a tradicional arquitetura urbana marroquina: uma Medina (centro comercial e residencial), uma Mesquita Central, o Palácio Real, o Mellah (bairro judeu) e os Suqs (mercados), tudo cerrado por uma muralha que servia para fortificar a cidade.

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    Viajei com a Morocco Experiences – Luxury Travel e fui muitíssimo bem atendida. Os parceiros de viagem Mohamed Alibou e Bhda Ali Tuareg foram fundamentais e extremamente atenciosos.

    Para quem busca uma experiência surpreendente, Marrocos é o destino!

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    Ducha

    Hammam em árabe quer dizer “ducha” ou “banho” e é uma tradição no Marrocos. Além da massagem e sauna, tem uma tradicional lavagem com sabão preto para limpeza dos poros.

    Os Hammams surgiram para proporcionar momentos de higiene e saúde muscular e também como espaços de convívio, para encontros e conversas enquanto usufruíam dos tratamentos. Hammam turco, ou banho turco é uma variante do Médio Oriente ao banho de vapor, como uma sauna mas tem a particularidade adicional de um tipo muito característico de massagem e esfoliação corporal. Hoje existem Hammams “privados” (ainda bem), mais ao estilo luxo turco de Hammam. Uma delícia para relaxar e se sentir purificada. Mesmo assim rolam uns “puxões” e a esfoliação é meio brusca, pois a técnica é sempre a mesma. Já conhecia o banho turco que fiz na Turquia, mas gostei mais do Hammam. A foto acima eu tirei no espaço de “convivência” do SPA do hotel La Sultana, onde fiquei hospedada. Me senti a própria sultana com tantos paparicos. Do roupão macio ao tradicional chá natural servido com docinhos após o tratamento, além das profissionais (mulheres) me chamando de “madame” o tempo todo (pois elas falam francês, além de inglês e árabe). Redundante falar que adorei né?!

    E por falar em hotel, vejam esse vídeo e sintam um pouco do clima do maravilhoso hotel La Sultana, onde me hospedei. Um verdadeiro Riad dentro da Medina, em Marrakech.

    Fez é uma das cidades imperiais do Marrocos, qualificada como Patrimônio Mundial pela Unesco. É considerada uma das mais bem preservadas da África do Norte.

    Começamos a visita por Fes-el-Bali, a Velha Fez, onde a novela “O Clone” foi gravada. Para quem não lembra, a estreia foi logo após os atentados terroristas de 11 de setembro e o que poderia prejudicar a boa aceitação da trama entre os telespectadores, já que um dos núcleos principais era de personagens muçulmanos, virou um sucesso de público. A novela foi exportada para 91 países, o que contribuiu para a cidade ficar ainda mais conhecida. Durante o tour passamos pela casa do tio Ali Rachid (Stênio Garcia), mas estava fechada e não deu para visitar.

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    É impossível visitar a Medina sem ajuda de um guia local, pois a cidade é um labirinto de ruelas estreitas, pessoas, carroças, animais e atualmente até motos também circulam por lá, além de centenas de comerciantes vendendo carne fresca, peixes, especiarias, tapetes, roupas, sapatos, acessórios e antiguidades.
    No meio daquele comercio todo, surge um portal imponente que quando aberto se releva uma linda Mesquita, que em sua maioria não permite a nossa entrada, ou um “riad” nome dado a casas ou palacetes que constituem o habitat tradicional das almedinas (centros urbanos históricos), de Marrocos que agora são hotéis ou restaurantes. São completamente fechadas para o exterior e se estruturam em volta de um pátio interior central, normalmente ajardinado e muito imponente. Em Fez está localizada a Universidade de Karueein, a mais antiga universidade do mundo ainda em funcionamento, criada nos primórdios da cidade (859).

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    Ainda em Fez, me surpreendi com o Curtume Chouwara, onde são produzidos couro de forma manual há 8 séculos. Quase nada mudou desde os tempos medievais, o que o torna fascinante para visitar. Numerosos poços de pedras com uma gama de corantes, que de longe é até bonito de ver, formam uma aquarela de cores, mas de perto não é tão bonito assim. Da varanda de uma das lojas que vendem casacos, calçados e acessórios é possível ter uma ótima visão e um guia vendedor nos explicou tudo: “Peles de camelo, vaca, cabra e ovelha chegam do abatedouro e ficam amontoadas até serem tratadas, nos poços brancos as peles ficam mergulhadas durante 20 dias em cocô de pombo e cal que age para deixar as peles maleáveis, depois vão para os poços coloridos para absorver a cor e lá são mergulhadas e pisoteadas pelos “tintureros”, como são chamados os trabalhadores. Imaginem minhas caretas ouvindo a explicação e sentindo aquele cheirinho… Eca! Me deram um ramo de hortelã para ajudar a driblar o odor!

    Para a coloração são usados: Açafrão para para cor amarela, cocô de pombo para a cor branca, papoula para o vermelho, hortelã para verde, indigo para o azul, kajal para o preto, henna para o laranja e uma mistura de terra para o marrom.

    Fiquei impressionada vendo a rotina daqueles homens mergulhados num cheiro horroroso, além do baita frio que estava. O produto final é realmente de excelente qualidade e são exportados para vários países, inclusive nosso Brasil!

    “Spééécial prrrrice for youu my frrrrrriend!”

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    Fazer compras no Marrocos é uma experiência típica e divertida, mas exige boa dose de paciência e disposição!
    No começo achei meio chato, mas depois comecei a me divertir e fiz alguns bons negócios! A barganha faz parte da cultura local e o preço anunciado nunca é real e chega a ser 80% maior do que vale. O lance é não ter vergonha de negociar, é isso que eles esperam, só é preciso cuidado para não cair na lábia dos vendedores pois os caras são profissionais!
    Perguntar sobre algo só se estiver muito interessado no produto, assim evitamos que o vendedor fique tentando convencer, eles não desistem fácil!
    Comece a conversa com um sorriso e se não concordar com o valor não hesite em ir embora dizendo que não quer, eles fecham no seu preço na hora! Um colar que começou valendo 1000 dirhans, (moeda marroquina), que equivale a 100 euros, acabei pagando 400 dirhans e ainda ganhei um tecido para turbante!
    Impressionante como os comerciantes se comunicam em todas as línguas para vender. Quando falávamos que eramos brasileiros eles eram mais receptivos, sempre rolava um “Obrigado, Neymar, Ronaldo…” Eles adoram futebol!

    Beber no Marrocos

    O chá de menta é a bebida mais consumida no Marrocos. Chegando em qualquer lugar, do mais simples ao mais requintado, sempre era oferecido e é uma ofensa não aceitar! Faz parte da tradição marroquina servir o chá num bule Berber, com desenhos mouros e feito em latão ou em banho de prata. Interessante é que como o consumo de álcool é proibido em muitos lugares, os homens se reúnem em “bares” para tomar chá.

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    O servir é também muito particular, puxando o bule no alto, eles acertam o chá nos pequenos copos de vidros coloridos e lindos! Claro que eu não resisti e comprei o “tal bule”, copinhos e bandeja. Quem visita minha casa sempre toma um chazinho “à lá Marrocos”.

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    Riad Madu

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    Imagine se hospedar em frente às maiores dunas do deserto do Sahara… O Riad Madu é puro charme, decoração linda e atendimento perfeito! Youssef foi super prestativo e simpático! O hotel oferece todo conforto para quem pretende vivenciar e desfrutar da magia do deserto do Saara. Gostei tanto que fiquei uma noite a mais.
    O café da manhã delicioso é servido na mesa que pode ser posta na piscina com vista privilegiada para o deserto. 

    Estilo Marrocos

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    Os turbantes e túnicas usados nos países árabes são quase idênticos às vestes das tribos de beduínos que viviam na região no século VII, a expansão do islamismo difundiu esse vestuário pela Ásia e pela África, fixando algumas regras. São roupas que suportam os dias quentes e as noites frias do deserto. A religião não permite que os fiéis mostrem em público as “partes íntimas” – para os homens, a região entre o umbigo e o joelho; e, para as mulheres, o corpo inteiro, exceto o rosto e as mãos. Por esse motivo, as vestes não podem ter nenhuma transparência nem serem justas a ponto de delinear o corpo, que só podem ser vistas pelo cônjuge e alguns familiares. Dentro de casa, portanto, veste-se qualquer roupa. Existem também normas para diferenciar a aparência feminina da masculina. Os homens não devem usar objetos de ouro ou seda. Recomenda-se também que tenham barba, para distanciar-se ainda mais da estética feminina e assemelhar-se aos antigos profetas. Entre os religiosos xiitas, há o costume de vestir preto, em sinal de luto pela morte, em 680, de seu patriarca Husayn, filho de Ali, o quarto califa, que consideram sucessor legítimo de Maomé.

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    Simbolismo de algumas roupas de origem árabe que variam conforme a região.

    Icharb
    Na maioria dos países árabes, as mulheres utilizam roupas semelhantes às túnicas masculinas e, na cabeça, um lenço que deixa só o rosto à mostra. O nome deu origem ao francês écharpe.

    Xador
    O Alcorão determina que as mulheres se vistam de forma a não atrair a atenção dos homens. Esse mandamento é levado ao pé da letra em países como Irã e Arábia Saudita, onde se recomenda o uso do xador, uma veste que envolve o corpo todo, com exceção dos olhos.

    Burqa
    As vestes femininas são conhecidas pelos árabes como hijab, ou “cobrimento”. As partes do corpo que a mulher deve cobrir, no entanto, variam de acordo com o país. No Afeganistão, o Taleban instituiu o uso da burqa, uma versão radical do xador que cobre até os olhos.

    Abaia
    É uma grande capa de lã. Os beduínos a carregavam em volta do corpo durante o dia e a vestiam à noite para se esquentar. Também a utilizavam, junto com um cajado, para improvisar uma cabana que os protegesse do sol.

    Túnica
    A principal peça do vestuário árabe é esse “vestido” de manga comprida que cobre o corpo inteiro. Ela costuma ser clara e larga para refletir os raios solares, fazer o ar circular e refrescar o corpo durante o dia. O corte e o material variam em cada país, podendo receber nomes como caftan, djellabia, dishdasha ou gallibia.

    Turbante
    De origem desconhecida, já era utilizado no Oriente muito antes do surgimento do islamismo. Consiste em uma longa tira de pano – que, às vezes, chega a 45 metros de comprimento – enrolada sobre a cabeça. As inúmeras formas de amarrá-lo compõem uma linguagem: o turbante indica a posição social, a tribo a que a pessoa pertence e até o seu humor naquele momento. Também protegem contra o frio e contra tempestades de areia.

    Atualmente já não há tanto rigor, pois vi muitas mulheres com rostos descobertos, principalmente em Marrakech. Além de algumas serem modernas e estilosas. 

    Nossos amigos dromedários

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    Os dromedários são predominantes no Saara por suas habilidades de sobrevivência, resistência e velocidade. É o animal favorito dos nômades.
    Houve um longo trajeto até o acampamento e foi muuuuito legal! Estar sobre um dromedário é fácil, duras são a subida e a descida. Para se elevar a seus quase três metros de altura, o bicho sobe as patas traseiras, em duas etapas, e repete o procedimento com as dianteiras, sacolejando a gente.

    Demorei um pouco para me ajeitar no lombo desse quadrúpede com uma corcova. (Pra quem não sabe, os camelos é que possuem duas!). Passados os solavancos iniciais, o bichão prova sua estabilidade e leva você a uma longa jornada por um mundo de serenidade e beleza…

    No norte da África e na Arábia Saudita os dromedários foram domesticados como meio de transporte à semelhança do cavalo, que a princípio levam vantagem, mas não tardam a perder terreno por não resistirem à constância de velocidade do dromedário que, em caso de necessidade, pode trotar durante 16 horas a fio, percorrendo assim, até 140 Km por dia.

    Também aprendi que as fêmeas são indomáveis e, portanto, não são usadas como meio de transporte, sendo que somente seu “dono”, o pastor, pode subir nas danadas! E dizem que o leite é uma delícia, mas eu pulei essa parte.

    Esse é o Said, um tuaregue muito gente boa que me conduziu até o acampamento e me levou de volta com os simpáticos dromedários Jimi Hendrix e Bob Marley.

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    A noite nos reunimos na fogueira, conversamos em espanhol, ele cantou, tocou um instrumento que parecia uma castanhola. Uma pessoa do bem que gosta do que faz e vive feliz . Lá tudo é simples e profundo.

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    Há poucas coisas no deserto, e cada uma delas possui grande valor para eles. Tuaregue significa “abandonado”, um velho povo nômade do deserto, um povo orgulhoso, conhecidos como “Senhores do Deserto”. A etnia é a amazigh (berbere), e o alfabeto, o tifinagh. Eles se dedicam ao pastoreio de rebanhos de dromedários, cabras, cordeiros, vacas e asnos, num reino feito de infinito e de silêncio.

    No deserto, cada pequena coisa proporciona felicidade. Cada roçar é valioso. Senti uma enorme alegria pelo simples fato de viver. Lá ninguém sonha com chegar a ser, porque cada um já é.

    Viagem inesquecível.

    “Você tem um relógio? Eu tenho o tempo!” 

    Moussa Ag Assarid – escritor tuaregue

    Fontes de inspiração:  MoroccoExperiences; Revista Turismo; Revista Abril

    Beijos da,

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    GALERIA DE FOTOS

     

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    FICHA TÉCNICA:

    Quem voa pra lá?

    Royal Air Maroc

    Quando ir? Melhor época do ano?

    A melhor época para visitar o Marrocos é de outubro a maio, o que corresponde a primavera e o inverno. Durante o dia é muito quente e as noites são frias.

    Hotéis

    http://www.lasultanahotels.com/

    http://www.riadmadu.com

    Agência

    http://www.portalmarrocos.com/home

    Moeda

    Dirham marroquino (MAD) – R$ 1 equivale a 3,2159 MAD

    Idioma

    Árabe

  • Viajando com Alê

    Por onde andei…

    Esse post inaugura a série:     “Igrejinhas preferidas”   Apesar de não frequentar missa, me considero católica, rezo quase todos os dias e adoro igrejas. Sempre que viajo ou até nas minhas andanças por São Paulo, costumo…

    4 março, 2017
  • Viajando com Alê

    Se é pra rir, eu Rio de Janeiro

    Depois da minha cidade, se tem um lugar que me sinto em casa e que um dia pretendo morar é o Rio de Janeiro. Amo a cidade maravilhosa pois além das praias e belezas naturais, ela tem…

    20 dezembro, 2016